CRÍTICA: IMORTAIS

sexta-feira, 6 de jan - por:

Gente, meu filme da semana foi Imortais (Immortals). Já ouviram falar de Teseu e o Minotauro, da literatura grega? Pois é. O filme não tem exatamente esse foco, mas é uma releitura da história que vocês já devem ter ouvido por aí, só que em outro contexto.

Achei muito melhor do que os traillers mostravam que seria. O elenco foi sensacional! Tinha a menina do “Quem quer ser um milionário?” (Freida Pinto) fazendo mais uma mocinha, o vilão do Homem de Ferro 2 (Mickey Rourck) fazendo mais um vilão e o futuro superman (Henry Carvill) fazendo mais um herói.

Somente algumas pequenas confusões fizeram com o que o filme não ficasse tão “top” assim. O filme é povoado por mortais e imortais. Teseu, bem como seu inimigo Hipérion, apesar de meros mortais musculosos, muitas vezes entravam na porrada e saíam como imortais (perfuração de faca e machado é pouco pro que eles suportavam). Paralelamente, as batalhas travadas pelos deuses eram um tanto patéticas.

Quando o assunto é filme, para mim normalmente a última impressão é a que fica. O filme inteiro pode ser um saco, mas às vezes o final salva. No caso de Imortais, o final ficou meio besta, sem explicação de como a luta e os titãs (até então, derrotados), chegaram aos céus e fizeram a linha “pintura de Michelangelo”. Fora que a mocinha Fedra some na hora em que o pau come, e você fica se perguntando como ela escapou, sendo que ela estava na meiuca da confusão.

No mais, a história é bem interessante, principalmente para quem gosta de filmes épicos de aventura e ação, com seres sagrados, misticismo e batalhas de tirar o fôlego. Vale super a pena conferir. Saca só o trailler

Obs.: não vi a versão em 3D (me dá um pouco de dor de cabeça), mas deve ter ficado muito bacana! Principalmente na parte em que ressalta os músculos do Tesão, opa, Teseu!